segunda-feira, 27 de maio de 2013

Uma lição de Robin Sharma

Robin Sharma já vendeu mais de 10 milhões de cópias dos seus 11 livros sobre desenvolvimento pessoal e empresarial e que começou com o best-seller, O Monge que vendeu o seu Ferrari (edição portuguesa da Pergaminho). Estas opiniões foram proferidas numa conferência a 25 de maio em Madrid no âmbito do Giro del Optimismo e cada entrada custava 168 euros.
Líder e vítima
 “A diferença entre um líder e uma vítima, e isto serve para o país, é que as vítimas assustam-se com a mudança, enquanto esta inspira os líderes. Este é o momento chave em Espanha para se perguntar como ser um melhor estratega da vida e de trabalho, um ser mais forte e inovador. Quando as velhas estruturas caem, deixam espaço para as novas e alguém tem que de construir as novas estruturas”. Mas como? “Desafiem-se a si mesmos. Inovem sem desculpas, estudem em cada dia, persistam sem medo de falhar. As melhores empresas do mundo formaram-se em tempos de depressão e cresceram nas dificuldades. Escalem as montanhas mais difíceis sem descanso, mas meditem bem antes de eleger a sua própria montanha”.
Mudança de hábitos pessoais
“Trata-se de mudar os nossos hábitos sem hesitações. Desafio-os a levantar-se todos os dias às cinco da manhã, durante um mês. As horas mais produtivas do dia, segundo todos os estudos, são as das manhãs cedo”.
Concentração, meditação e exercício
“Se temos uma mentalidade de crescimento e de optimização, atingiremos os nossos objectivos, sejam eles quais forem, pessoais ou profissionais. Não há nada mais importante que a absoluta concentração. Planifiquem o dia logo depois de acordar. Meditem. Façam exercício antes de começar as tarefas do dia. No trabalho eliminem as reuniões intermináveis. Dediquem os primeiros 90 minutos do tempo produtivo em isolamento para conseguir atingir os objectivos que fixaram”.


Com base em Mercedes Ibaibarriaga, “Robin Sharma: ‘Em crisis hay que elegir entre ser víctimas o líderes’”, El Mundo, 26 de Maio de 2013, p. 65