sexta-feira, 8 de março de 2013

Mais telemóveis que água canalizada

Há mais gente com telemóvel do que com água canalizada. Nunca tinha acontecido uma coisa similar.
Marc Andreessen

quinta-feira, 7 de março de 2013

DIXIT Produtividade e gestão


A produtividade de uma empresa é a demonstração objectiva da qualidade de gestão. Não é da qualidade dos trabalhadores.
José Fernando Pinto dos Santos

terça-feira, 5 de março de 2013

DIXIT Globalização


Globalização é a britânica princesa Diana ter morrido nos braços de um egípcio, num túnel francês, dentro de um automóvel alemão com motor holandês, conduzido por um motorista belga, porque estava a ser perseguida por fotógrafos italianos.
Salvador Guedes

DIXIT Decisão


É melhor errar do que não decidir. Pelo menos, aprendese.
Belmiro de Azevedo

segunda-feira, 4 de março de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013

DIXIT Chefes


Os chefes são claramente a fonte dos nossos problemas… eu ataco-os por uma questão de sobrevivência!
Tom Peters, consultor 

Três momentos chave na vida de Steve Jobs


Num discurso feito aos estudantes de Stanford a 12 de Junho de 2005 na Califórnia, Steve Jobs falou dos três momentos chave da sua vida.

Porque é que deixou a Universidade
“Deixei os estudos no Reed College ao fim de seis meses, tendo ficado durante mais 18 meses como estudante livre antes de abandonar para sempre.
Não tinha nenhuma ideia do que queria fazer na vida e não imaginava como é que a universidade me ajudaria a encontrar o meu caminho. Foi uma decisão arriscada mas retrospectivamente é uma das melhores escolhas que já fiz. A partir do momento em que desisti abandonei as matérias obrigatórias que me entediavam para seguir os cursos que me interessavam / como o de caligrafia/. Se não tivesse seguido este curso na universidade, o Mac não teria a variedade de tipos de caracteres nem de espaçamentos proporcionais. Como o Windows se limitou a copiar o Mac, é provável que nenhum ordenador pessoal dispusesse dessa oferta. O essencial é acreditar em qualquer coisa – o vosso destino, a vossa vida, o vosso karma, pouco importa. Esta atitude sempre funcionou comigo e regeu a minha vida.

Porque é que a sua saída forçada da Apple foi salutar
“Esta segunda história tem a ver com a paixão e o fracasso. Tinha 20 anos quando Woz (Steve Wozniak) e eu fundamos a Apple na garagem dos meus pais. Trabalhámos muito e, dez anos depois, Apple era uma empresa com mais de 4 mil empregados e o volume de negócios atingia os 2 mil milhões de dólares. Tínhamos um ano antes de lançado a nossa mais bela criação, o Macintosh, e eu acabava de fazer trinta anos. Foi então que fui substituído.
Fiquei vários meses sem saber o que fazer. Tinha a sensação de ter traído a geração que me tinha precedido – de ter deixado cair o testemunho no momento em que mo passavam. Foi um fiasco público e pensei mesmo em fugir de Silicon Valley. Pouco a pouco compreendi uma coisa – gostei sempre do que fazia. O que me sucedera na Apple não mudara nada. Decidi começar do zero.
Não me dei logo conta mas a minha saída forçada da Apple foi salutar. O peso do sucesso deu lugar à ligeireza do principiante, a uma visão menos segura das coisas. Uma liberdade graças à qual conhecei um dos períodos mais criativos da minha vida.
Durante os cinco anos seguintes, criei uma empresa chamada NeXT e uma outra chamada Pixar /que se fundiu com a Disney/. Esta, que iria logo a seguir produzir o primeiro filme de animação em três dimensões, Toy Story, é hoje a primeira empresa mundial a utilizar esta tecnologia. Por um conjunto de circunstâncias a Apple comprou a NeXT e regressei à Apple e a tecnologia que desenvolvemos no NeXT é hoje a chave do renascimento da Apple.
Por vezes a vida dá-nos uma pancada na cabeça. Não nos podemos deixar abater. Estou convencido que foi o amor pelo que fazia que me permitiu continuar. É preciso descobrir o que gostamos e de quem gostamos. O trabalho ocupa uma grande parte da nossa existência e a única maneira de ser plenamente satisfeito é apreciar o que se faz. Se não continuem a procurar. Não baixem os braços.

Porque é que a morte era a melhor coisa da vida
Tinha 17 anos quando li uma citação que diz mais ou menos isto: “Se vivermos cada dia como se fosse o último, acabamos por um dia termos razão”. Ter na cabeça que posso morrer foi a descoberta mais eficaz para me ajudar a tomar decisões importantes. Porque quase tudo – tudo o que nos espera no exterior, as nossa vaidades e os nossos orgulhos, os nossos medos do fracasso –se apaga diante da morte não deixando senão o essencial. Recordar-se que a morte virá um dia é o melhor modo de evitar a armadilha que consiste em crer que se tem alguma coisa a perder. Estamos nus. Não há nenhuma razão para não seguir o coração.