terça-feira, 27 de agosto de 2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Invenções e marketing

Quando se olha para as grandes invenções raramente vemos as pesquisas de marketing presentes

Christian Pinson, professor do INSEAD

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Empresário e empreendedor

A minha componente de empreendedor pesa mais do que a de empresário. As duas coisas bem feitas acabam por estar interligadas e por terem ambas sucesso. Normalmente um empresário não gosta nada de perder, eu também não gosto de perder, mas não há nenhum empreendedor que diz que nunca perdeu. É preciso aceitar o princípio de que se perde.

Belmiro de Azevedo

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Se o fracasso é viúvo, o êxito é promíscuo

Só nos livros é que as coisas são cristalinas e geométricas. Na vida real, sobretudo passados dois ou três anos, tudo começa a ser flou e se o fracasso é viúvo, o êxito é promíscuo.

Leonardo Ferraz de Carvalho

sexta-feira, 26 de julho de 2013

10 chaves do êxito segundo Jeff Bezos (Amazon)

1.- Assenta a tua estratégia em coisas que não vão mudar.
2.- Tem obsessão pelos clientes, não pela concorrência.
3.- Temos de estar dispostos a ser incompreendidos durante muito tempo.
4.- Há dois tipos de empresas: as que se trabalha para ganhar muito, ou as que em se trabalha para ganhar menos. Devemos ser a segunda.
5.- Determina as necessidades dos clientes e trabalha-as dentro da tua empresa.
6.- A nossa cultura é amigável e intensa mas se tivéssemos que escolher ficaríamos com a intensa.  
7.- Se queres desenvolver a tua criatividade tens de estar disposto a fracassar.
8.- Antes devia dedicar-se 30% do tempo a criar um grande serviço e 70% a divulga-lo. Agora é ao contrário.
9.- Todos devem ser capazes de trabalhar num call-center.
10.- Estamos no dia da internet. Há muito para aprender.

Marga Herrán, Las 10 claves del éxito según Jeff Bezos, Forbes Espanha, abril de 2013

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Super-gestores e o trabalho como desporto radical


O papel da liderança ganha especial intensidade em tempos de crise aguda como a que vivemos. Quando se vive numa funda recessão, em que predomina a agitação e o nervosismo, o líder tem de ser mais um factor de calma e de resiliência, confiança e tranquilidade. Como sublinha Miguel Pina e Cunha, professor na Nova School of Business & Economics, “há um ditado inglês, que diz que ‘as boas marés nunca fizeram os bons marinheiros’. Ser um líder competente numa altura em que tudo é favorável não é tão exigente como liderar quando tudo está correr mal”. Nos tempos em que vivemos também se espera que as lideranças protejam as suas equipas. Devem ser exigentes mas “uma função crítica da liderança neste momento é garantir segurança para as pessoas se focarem na resolução dos problemas e não na gestão do seu próprio stress” acentua Miguel Pina e Cunha.
O modelo exemplar do gestor e empresário mudou muito. O presidente da Jerónimo Martins, Alexandre Soares dos Santos dizia recentemente que o que hoje se exige a um gestor não é comparável ao que se pedia há 25 anos. Assinalava o patrão da Jerónimo Martins que hoje “um quadro sénior tem de trabalhar sete dias por semana, ter sempre o telemóvel ligado e se houver um problema tem de se meter num avião. A globalização implica ir a todos os lados do globo, a sítios onde os turistas não põem os pés, para comprar os melhores produtos”. O artigo “Extreme Jobs: The Dangerous Allure of the 70-Hour Workweek”, publicado pela Harvard Business Review em 2007, referia que muitos gestores estavam a trabalhar mais de 70 horas por semana. Para Miguel Pina e Cunha isto é equiparar o trabalho a um desporto radical. Explica que isto acontece porque “os gestores de topo não podem deixar de dar o exemplo do que querem que aconteça”.
Esta preocupação por figuras a serem emuladas e admiradas nºao acaba na procura de super-gestores e de heróis? Para Miguel Pina e Cunha, os super-gestores são um mito mas é um facto de “todos nós precisamos de heróis…”. Confessa que “o CEO herói só existe porque tem uma equipa que lhe permite ser um herói; no limite há uma falácia da liderança quando põe o ênfase no líder, quando a liderança é um trabalho de equipa”. Na sua opinião, “o que os bons líderes fazem é menos assumir o papel de herói e criar condições para que todos sejam pequenos heróis no seu trabalho. E isso é um papel que que só os líderes podem fazer”.

Crescer mais rápido

Crescer mais rápido para quê? Não ando em corridas com ninguém para ser primeiro ou segundo.

João Macedo Silva