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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Dez conselhos de João Miranda (Frulact)

1 Liderança forte: que se consiga impor de forma natural e transversal na organização; ter orgulho no líder é ter orgulho na empresa.
2 Equipa de gestão: qualificada e competente, motivada e alinhada com a liderança, capaz de promover as melhores práticas e a excelência operacional.
3 Conhecimento e inovação: invista em conhecimento, pois é um dos suportes vitais à inovação e competitividade.
4 Investimentos nos recursos: que contribuam para a persecução dos objectivos e que potenciem o preenchimento de factores críticos de sucesso na economia global - inovação, competitividade e internacionalização.
5 Ambiente no trabalho: onde as empresas possam dar o seu melhor aos seus quadros e contribuir para os resultados sem se desumanizar, integrando-os com os valores e a cultura da empresa.
6 A cultura da partilha: é o património conhecimento individual que se torna colectivo, contribuindo para o fortalecimento da organização.
7 Pensar internacional: pense na estrutura de recursos humanos que deve afectar ao projecto e como irá colocar toda a sua organização a "pensar internacional".
8 Cultura, a grande barreira: o cliente identificado, a competitividade garantida, as barreiras identificadas; recrute no mercado de destino e aculture a sua organização.
9 Estratégia clara: com objectivos ambiciosos e metas atingíveis; o horizonte definido pela estratégia é o elemento galvanizador da organização.
10 Cliente é o maior património: a utilização de representantes é a solução mais fácil; escolha a mais difícil, não perca a relação directa com o seu cliente.


A fonte foi o artigo “Preparado de fruta vale 100 milhões” publicado no Correio da Manhã a 7 de março de 2012.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

II Parte O empresário português segundo Vasco Pulido Valente




II Parte
Os empresários portugueses não se dissociam do fundo cultural comum, e que é o seu campo de acção natural, em que o Estado predomina e impõe as suas regras, gerando por um lado o desejo de protecção, e por outro, o favorecimento do medo e a submissão. «O medo move a Confederação da Indústria Portuguesa como o último empregado do último serviço do mais miserável ministério. O santo medo do patrão que faz de Portugal este país pacífico e ordeiro que o mundo admira», escreveu Vasco Pulido Valente. Tudo isto faz dele um ser mítico, uma espécie de unicórnio: «Cavaco disse constantemente na campanha que a primeira preocupação dele seria ajudar, promover e proteger essa criatura mítica “o empresário moderno português”, que um dia nos tirará das garras da miséria». O drama nacional é que há uma associação virtuosa entre empresários e o desenvolvimento económico, tanto mais que este «depende muito pouco do Governo e quase tudo de empresários que não investem ou, quando investem, não investem como deviam. Como vai o Eng. Sócrates, por exemplo, arranjar empresários que não existem? O Presidente supunha que a sua presença bastaria para os fazer brotar como cogumelos».