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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Duas formas de corromper a democracia

O dinheiro é meu e faço o que eu quiser. Há quem venha para a política para ganhar dinheiro; eu venho para o perder.

Serge Dassault, empresário francês

sábado, 4 de janeiro de 2014

Filantropia

A filantropia parece que só se pode fazer com dinheiro. Mas não é assim. É pertencer a um grupo de pessoas que quer mudar o mundo e o faz contribuindo com o que tem, que pode ser tempo, talento ou recursos.
Manuel Arango,

Empresário mexicano e filantropo

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

sábado, 1 de junho de 2013

Negócios e diversão

As ideias criativas florescem melhor num lugar que preserva o espírito de divertimento. Ninguém está nos negócios por diversão, mas isto não significa que não possa haver diversão nos negócios.
Leo Burnett, publicitário
Não é que eu queira o dinheiro por si mesmo. Trabalho mais pela diversão em ganhá-lo e vê-lo crescer.

Warren Buffet, empresário

terça-feira, 9 de abril de 2013

DIXIT O amor ao dinheiro segundo Al Pacino


“Há uma grande diferença entre ter êxito e ser famoso. É o que diz própria Bíblia. Nesta não se afirma que o dinheiro seja raiz de todo o mal. O que diz a Bíblia é que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”.
Al Pacino, El Pais Revista, 31 de março de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A mão esquerda do subsídio

Os empresários hoje em dia gerem dívida. Não há dinheiro para fazer nada. Há uma geração que tem a mão esquerda mais desenvolvida por causa dos subsídios que recebe de Bruxelas.
José Manuel de Mello

In Filipe S. Fernandes, O Segredo Não É A Alma do Negócio, Matéria-Prima, Lisboa, 2012

domingo, 30 de dezembro de 2012

Os empresários vistos pelos escritores II



Segundo Alcino Pedrosa em Os Empresários na Literatura Económica Portuguesa de Finais de Oitocentos, “nas imagens mas correntes, o empresário figura como o campeão dos valores propagados pela doutrina liberal, como o defensor da liberdade de iniciativa, da limitação da intervenção do Estado, como um indivíduo capaz de racionalmente ter uma conduta, que articule os seus interesses pessoais com o bem-estar geral, gerando riqueza. Enfim, a personificação por excelência do homo economicus”. Acrescenta, “a ideia dominante na literatura económica deste período é a do empresário como protagonista sem rival da racionalidade económica. Dela resulta uma imagem do empresário como homem de sucesso (ou bem sucedido), que constitui uma as características fundamentais da ideologia económica a Regeneração”.

Em O Livro do Desassossego, Fernando Pessoa é mais enigmático, e por isso talvez mais verdadeiro. Para ele, “o dinheiro é belo, porque é uma libertação” e “nunca se deve invejar a riqueza, senão platonicamente; a riqueza é liberdade”. Mas, por outro lado, Vicente Guedes, o heterónimo que habita este livro, confessa: “nunca tive dinheiro para poder ter tédio à vontade...”.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Os empresários vistos pelos escritores I


O ponto de partida em Llansol e Garrett


Quando Urbano Tavares Rodrigues escreveu O Adeus À Brisa não está a referir-se obviamente às performances da empresa concessionária de auto-estradas, cujo acrónimo Brisa pertence mais ao fundador da empresa, Jorge de Brito, do que a qualquer romance ou fluxo de ar ameno. Mas quando se escreve: “já reparou na afinidade entre estragos e estrategos?”, como o faz Maria Gabriela Llansol em O Senhor dos Herbais podemos estar a falar de vários mundos desde o militar até ao dos negócios.

Ao longo deste tempo, enquanto instigadores da actividade produtiva, têm sido retratados, pelos escritores por exemplo, um pouco ao modo como os Gregos viam o comércio. Este era apenas ganância e, portanto, uma actividade desprovida de Sentido. O distanciamento com que este universo da vida é apreendido radica em algumas das suas leis, regras e máximas. Como refere a filósofa Hanna Arendt, “no domínio comercial a divisa ““negócios são negócios” já contém em si mesma a desonestidade do especulador sem escrúpulos”.

O dinheiro sempre foi visto com ambivalência. O poeta e dramaturgo Almeida Garrett em As Viagens na Minha Terra perguntava “Quantas almas é preciso dar ao diabo e quantos corpos se têm de entregar no cemitério para fazer um rico neste mundo” “Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar a miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?” “cada homem rico, abastado, custa centos de infelizes, de miseráveis” e Camilo Castelo Branco, em Onde está a felicidade?, respondia que a felicidade estava “debaixo de uma tábua onde se encontram cento e cinquenta contos de réis”. O que poderia ter sido mais uma frase para a campanha do finado e falido Banco Privado. Ou então sugerem-se os versos de João de Deus, em Campo de Flores: “O dinheiro é tão bonito,/tão bonito, o maganão!/Tem tanta graça, o maldito,/Tem tanto chiste, o ladrão!/O falar, fala de um modo.../ Todo ele, aquele todo.../E elas acham-no tão guapo!/Velhinha ou moça que veja, / Por mais esquiva que seja,/Tlim!/ Papo”.
Filipe S. Fernandes