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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Sucessão nas empresas familiares II - A lei de bronze das três gerações

Há um provérbio que diz: “O avô funda, o pai desenvolve, o filho afunda”. Tem variações como “pai rico, filho nobre e neto pobre”, “pai a pé, o filho a cavalo e o neto descalço”, ou na, versão chinesa, “de tamancos a tamancos em três gerações”. Esta lei de bronze das três gerações tem tradução estatística: cerca de 30% das empresas familiares passa à segunda geração, 12 a 15% chega à terceira geração e apenas 3% atinge a quarta geração. À verdade do saber popular e da estatística pode juntar-se a história de vida. Manuel Soares Violas herdou com as suas irmãs Otília e Rita Celeste o grupo Violas, iniciado pelo pai, Manuel Violas, que ia da Cotesi à Solverde passando por participações no BPI e Unicer e imobiliário em Lisboa, Porto e Espinho. Em 2006 a irmã Otília optou por deixar o grupo levando como principais activos para a sua holding HVF a participação no BPI e imobiliário. Foi a única forma de resolver as divergências sem colocar em causa a família. Mas Manuel Soares Violas explica que “com a entrada da terceira geração começa a haver pontos de vista um pouco diferentes. Chegámos a uma altura em que era muito desgastante estar sempre a gerir divergências e problemas. Primeiro, porque se está constantemente preocupado em gerir problemas e, segundo, porque não se pensa nos negócios”.
No grupo Salvador Caetano, as divergências chegaram mais cedo, na segunda geração. Em 2010, um ano antes de Salvador caetano morrer com 85 anos, os três filhos acertaram as partilhas. Ana Maria Caetano ficou com a participação de 11% na Soares da Costa, a Salvador Coatings, unidade de pintura industrial do Carregado e envelope de dinheiro a ser gerido pela sua holding, Parinama Participações e Investimentos. Maria Angelina, 63 anos, e Salvador Acácio, 58, ficaram com a Toyota Caetano Portugal (TCP), e as holdings que geriam mais de 150 empresas da indústria e comércio automóvel, imobiliário, participações financeiras e empresas de pescas.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

10 Mandamentos de Akio Toyoda (Toyota)

1 – Sincronize a oferta e a procura
2 – Insista na eficiência
3 – Corte desperdícios
4 – Coloque o cliente sempre em primeiro lugar
5 – Vá á fábrica, acompanhe a qualidade e resolva rapidamente qualquer problema
6 – Nunca deixe de analisar o que pode ser um processo ou produto
7 – Volte aos princípios básicos e aja globalmente, sempre pensando nas necessidades de quem compra
8 – Aposte no treino e na meritocracia
9 – Não esconda falhas e seja intolerante com elas
10 – É melhor reduzir o ritmo de produção do que cortar nas pessoas, pois quando a prosperidade voltar, a empresa terá homens gratos e motivados.

Akio Toyoda é o neto do fundador da Toyota Motor Corporation e actual CEO.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Dez mandamentos de gestão de Salvador Caetano


Os dez mandamentos de gestão de Salvador Caetano (2 de Abril de 1926 - 27 de Junho de 2011).

1. Ter confiança em si próprio. Nos anos quentes de 1974-75, em que a as ameaças de ocupação de empresas pairava em muitas unidades industriais, Salvador Caetano compareceu a todos os plenários de trabalhadores.

2. Escolher bem os executivos. Uma equipa com feeling e pronta para fazer todos os sacrifícios.

3. Planos de carreira e promoção. Procurar promover os recursos internos da empresa e que foi uma ideia bebida na Toyota.

4. Formação. Ter sempre presente e programada a formação de trabalhadores e quadros à medida da empresa.

5. Ter o sentido da inovação. A Salvador Caetano lançou a Toyota em 1968 quando esta uma total desconhecida tanto em Portugal como no Mundo.

6. Reinvestir os lucros. Os resultados das empresas servem, sobretudo, para desenvolver ainda mais as empresas e criar emprego.

7. Ter estratégias flexíveis. As restrições de importações levaram a empresa para o sector comercial onde atingiu a liderança.

8. Escolher bons produtos. É a base para que mereçam a confiança dos clientes, tenham futuro e permitam a sobrevivência dos negócios.

9. Ter know-how próprio ou em parceria.

10. Estratégias de marketing agressivas.